segunda-feira, 25 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
ê vida leve, leve que me leve...
A vida me ensina toda hora alguma coisa, as palavras da minha vó são sábias, a minha mãe canta a realidade sem passar a mão na cabeça, a vida sempre teve dessas coisas comigo e acho que com todo mundo é assim. Alguém na hora certa, no momento exato pra fafar o que você precisa ouvir. As vezes, pessoas que você não tem mais tanto contato, mas que sutilmente te mostram o que você tinha certa dificuldade de perceber por si só. Há momentos em que optamos por trajetos mais fáceis, o que pode até facilitar a vida, existe sempre os que apreciam o óbvio... Tenho motivos suficiente para sorrir da vida, é uma sequência de fatos que a torna mais excitante a cada manhã, sinto no olhar, meu coração fala e minha alma é leve. Não andei por todos os caminhos que gostaria, mas talvez eu tenha cruzado caminhos necessários na vida, exatamente na hora certa, no momento exato. Também não me arrependo de nunhum passo, mas cansei de começar e não terminar, de voltar algumas vezes ao mesmo lugar, de pessoas que nao falam de ideias mas também não falam de nada. Mas a vida é boa demais, ela tem me ensinado bem a cada atitude minha e dos outros. Meu hoje me consome tão infinitamente, que não sobra tempo para pensar quase nada que não seja meu trabalho e minhas risadas. Vou manter o ritmo, fazer exatamente o que eu quero, parei de me questionar sobre o que pode não ser ''a boa", aceito a minha realidade como ela é, estou bem assim, hoje, muito mais do que ontem, o importante é meu amor por mim e, em volta produzir o BEM, porque depois, por mais que eu planeje a vida, a vida sempre tem um plano pra mim... :)
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Dói tudo, até o coração...
olho completamente roxo + 3 pontos no rosto + dores no corpo + toda ralada + antibiótico7dias + arnica + 4dias de repouso absoluto em casa, quero coloco, como faz???
:(
:(
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Giacomo Leopardi, poeta da lírica italiana (1798).
,
'Sempre caro me foi este ermo outeiro,
e aquela sebe, que em tão grande parte
do horizonte final o olhar exclui.
...Mas sentado, a mirar intermináveis
espaços além desses, sobre-humanos
silêncios e sossegos profundíssimos,
me afundo no pensar, onde por pouco
meu coração não se amedronta. E, como
ouço o vento roçar contra estas plantas,
o silêncio infinito comparando
vou a tal voz: e sobrevêm-me o eterno,
as mortas estações, mais a presente
e viva, e o seu rumor. Assim, por esta
imensidade o meu pensar se afoga:
e o naufragar me é doce neste mar.’
(Giacomo Leopardi, ‘O Infinito’)
e aquela sebe, que em tão grande parte
do horizonte final o olhar exclui.
...Mas sentado, a mirar intermináveis
espaços além desses, sobre-humanos
silêncios e sossegos profundíssimos,
me afundo no pensar, onde por pouco
meu coração não se amedronta. E, como
ouço o vento roçar contra estas plantas,
o silêncio infinito comparando
vou a tal voz: e sobrevêm-me o eterno,
as mortas estações, mais a presente
e viva, e o seu rumor. Assim, por esta
imensidade o meu pensar se afoga:
e o naufragar me é doce neste mar.’
(Giacomo Leopardi, ‘O Infinito’)
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